O PORQUINHO GULOSO
Clara, a cabritinha, está bastante aborrecida; tem que ir ao médico e não encontra ninguém que a substitua. Ela vende gelados deliciosos…
- Eu gostava de ajudar-te – disse Maçapão, o porquinho cor-de-rosa. Adoro gelados!
- Deves servir os clientes e não comer nada. Volto daqui a uma hora.
Tanta gente ao balcão!... Maçapão serve gelados sem parar: de chocolate, de baunilha, de morango, de pistáchio… É muito cansativo. Sente um pouco de fome e come alguns cornetos e depois alguns cones…
Come de tal modo, que acaba com tudo!
Entretanto, chega Cinzentão, o elefante.
- Quero quatro cornetos de chocolate, se faz favor.
- Não tenho – responde o Maçapão.
- Não tem importância, dá-me de baunilha – responde Cinzentão.
- Estou mesmo aborrecido – confessa Maçapão – comi todos os cornetos. Que é que vou fazer?
Tenho uma ideia – diz Cinzentão. Vou debruçar-me sobre o balcão e aspirar o resto dos gelados com a minha tromba!
- Podes tentar, mas eu não sei se a Clara vai gostar – responde Maçapão.
Quando Clara regressou, não havia cornetos, nem cones, nem gelados.
Cinzentão tinha ido embora. Só ficara Maçapão, que chorava num canto!
- Não é grave – disse Clara – eu perdoo-te.
Da próxima vez escolhe uma sapataria.
Vai ser mais fácil para ti.
FAMÍLIA ESCRITORA DA ALUNA: ADRIANA MARIA AZEVEDO MOREIRA
3º ANO/ TURMA 2
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Famílias escritoras (2)
UMA ILHA NO MEIO DO MUNDO
Era uma vez uma menina, que perdeu a sua mãe quando era muito pequenina, tinha ela dois anos.
Era uma família muito grande, eram onze filhos, e eram muito pobres. Seu pai trabalhava como jardineiro numa quinta.
Rosinha acompanhava muitas vezes seu pai, porque os seus irmãos mais velhos, todos trabalhavam na agricultura.
Sua avó materna chamava-se Ana, e Rosinha gostava muito da sua avó porque ela lhe dava muitas vezes comida e carinho, mas infelizmente também a perdeu aos três anos de idade.
Cresceu, a sonhar com uma vida diferente, e gostava de ter aprendido outras coisas. Nunca andou na escola, não aprendeu a ler nem a escrever, e aos oito anos foi trabalhar para casa de um agricultor, a tomar conta de animais: vacas, ovelhas e cavalos.
Aos dezassete anos perdeu o seu querido pai.
Trabalhou sempre na agricultura até aos seus vinte anos, quando um dos seus irmãos, que não via há muitos anos, lhe propôs sair do país. Rosinha ficou toda entusiasmada e logo aceitou.
Rosa imediatamente se preparou e embarcou. Passou treze dias no mar, sem saber onde iria desembarcar. Esta jovem, rapidamente sentiu um clima diferente e foi então que avistou uma ilha muito bonita e tropical; era a ilha de S. Tomé e Príncipe.
Logo ali, Rosa pressentiu que iria ser muito feliz. Lá a esperavam quatro dos seus irmãos, que há muito tempo não via. Era uma ilha muito verde, com lindas praias e um clima maravilhoso. Depressa se adaptou, aprendeu a ler e a escrever, trabalhou na padaria do seu irmão e, nas horas vagas, tirou um curso de costura.
Ao fim de dez anos, conheceu um português, pelo qual se apaixonou, casou-se e nasceu uma linda filha.
Rosa conseguiu encontrar a felicidade numa ilha no meio do mundo.
Essa menina é a minha querida avó materna!
FAMÍLIA ESCRITORA DA ALUNA: MARIA DA COSTA OLIVEIRA
3º ANO/ TURMA 2
Era uma vez uma menina, que perdeu a sua mãe quando era muito pequenina, tinha ela dois anos.
Era uma família muito grande, eram onze filhos, e eram muito pobres. Seu pai trabalhava como jardineiro numa quinta.
Rosinha acompanhava muitas vezes seu pai, porque os seus irmãos mais velhos, todos trabalhavam na agricultura.
Sua avó materna chamava-se Ana, e Rosinha gostava muito da sua avó porque ela lhe dava muitas vezes comida e carinho, mas infelizmente também a perdeu aos três anos de idade.
Cresceu, a sonhar com uma vida diferente, e gostava de ter aprendido outras coisas. Nunca andou na escola, não aprendeu a ler nem a escrever, e aos oito anos foi trabalhar para casa de um agricultor, a tomar conta de animais: vacas, ovelhas e cavalos.
Aos dezassete anos perdeu o seu querido pai.
Trabalhou sempre na agricultura até aos seus vinte anos, quando um dos seus irmãos, que não via há muitos anos, lhe propôs sair do país. Rosinha ficou toda entusiasmada e logo aceitou.
Rosa imediatamente se preparou e embarcou. Passou treze dias no mar, sem saber onde iria desembarcar. Esta jovem, rapidamente sentiu um clima diferente e foi então que avistou uma ilha muito bonita e tropical; era a ilha de S. Tomé e Príncipe.
Logo ali, Rosa pressentiu que iria ser muito feliz. Lá a esperavam quatro dos seus irmãos, que há muito tempo não via. Era uma ilha muito verde, com lindas praias e um clima maravilhoso. Depressa se adaptou, aprendeu a ler e a escrever, trabalhou na padaria do seu irmão e, nas horas vagas, tirou um curso de costura.
Ao fim de dez anos, conheceu um português, pelo qual se apaixonou, casou-se e nasceu uma linda filha.
Rosa conseguiu encontrar a felicidade numa ilha no meio do mundo.
Essa menina é a minha querida avó materna!
FAMÍLIA ESCRITORA DA ALUNA: MARIA DA COSTA OLIVEIRA
3º ANO/ TURMA 2
terça-feira, 9 de junho de 2009
Famílias escritoras (1)
O PROMETIDO É DEVIDO
Era uma vez uma menina pequena e brincalhona que ia cedo para a escola, só para jogar à macaca que estava marcada, há anos, no mesmo lugar.
Ela gostava de estudar, mas tinha, como qualquer outro aluno, dúvida na compreensão de algumas matérias ou as lições mal estudadas. Contudo, não deixava de ser uma aluna aplicada, sossegada, responsável que não cometia muitos erros e cuidava dos seus trabalhos.
Um dia, porém, na hora do ditado diário, em que não era costume dar erros, saiu das «normas» que a professora apresentava. Ela dissera que aquele aluno que cometesse mais do que um erro, apanharia «bolos» nas mãos ou reguadas. Esta menina ficou triste porque tinha algumas amigas que recebiam esse «presente» todos os dias, mas longe de pensar que podia ser uma das apontadas.
Qual não foi o seu espanto, ao saber que essa condição a tinha atingido.
Recebeu o ditado e como não era costume, viu que a professora não estava disposta a castigá-la. Falou muitas vezes no assunto, olhou muitas vezes para ela e tomou uma decisão.
O castigo foi-lhe aplicado.
Sofreu a professora e sofreu a menina, mas a palavra tinha de ser cumprida.
Percebeu ela, então, o ditado popular «O prometido é devido». Ela mostrou e a professora também, que por muito que nos custe, ou faça sofrer, a palavra dada não deve voltar atrás, atinja quem atingir.
Talvez esta menina levasse as amigas a pensar que nem sempre os castigos são penalizadores e os elogiados são elogiados.
A vida dá muitas voltas, mas a justiça deve ser aplicada, sempre!
FAMÍLIA ESCRITORA DO ALUNO: MIGUEL ANDRÉ CARVALHO ARAÚJO
3º ANO /TURMA 2
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
A Senhora Neve
No segundo período nós, meninos do 4.º ano (2), fizemos a banda desenhada da história "A Senhora Neve" e decidimos fazer um vídeo com ela. Esperamos que gostem do nosso trabalho.
Concerto de Saxofones
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