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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Concurso de soletração na EB1 de Outiz


No dia 27 de novembro de 2019 realizou-se o Concurso de Soletração na EB1 de Outiz. 
As turmas do 3.º e 4.º anos apresentaram os seus participantes que, apesar de estarem nervosos, conseguiram mostrar as suas capacidades de soletração. 

Como é sabido, este tipo de atividade tem vários objetivos: o melhoramento da pronúncia e da ortografia e o aumento do vocabulário. Por outro lado, é também uma forma de integração entre turmas e um excelente meio para aprender conceitos. 
Assim, ao longo de três rondas, os alunos foram soletrando as palavras que iam saindo de um saco que a professora bibliotecária ia ditando. No final das rondas, foram selecionados os dois melhores soletradores de cada turma e da escola. 
No 4.º ano, o vencedor foi o aluno Nuno Miguel Maciel Silva e no 3.º ano, a aluna Mara Oliveira Fernandes. 
Todos os participantes e vencedores receberam um certificado de participação e um marcador. 

Este concurso foi uma atividade interessante e relevante para a aprendizagem de todos os alunos. 
Muitos parabéns aos vencedores que deixaram os professores e as turmas muito orgulhosos e muitos parabéns também para todos os que participaram e deram o seu melhor.

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texto: Zélia Silva
imagem Joel Ferreira

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Visita à Quinta da Veiga

Nós fomos visitar uma quinta agro-pecuária. Um autocarro transportou-nos e aos meninos do infantário até à Quinta da Veiga, que fica situada em Minhotães no concelho de Barcelos. Fizemos esta visita porque estamos a aprender as atividades económicas e quisemos saber mais sobre a pecuária.

O senhor Joaquim recebeu-nos na sua quinta e ofereceu-nos um chapéu e um porta-chaves e mostrou-nos os seus animais. Começamos a visita pela “Maternidade” onde havia alguns vitelos com menos de uma semana de vida. Todos nós fizemos “festinhas” a alguns vitelos que lá estavam. Em seguida fomos ver os bovinos juvenis. Continuamos a visita, vendo um monte enorme de silagem. A silagem é a comida dos bovinos da quinta e era armazenada, junto com a ração, em cilindros gigantes.
Mais à frente vimos cerca de 650 bovinos, dos quais 300 eram vacas prenhas. Nós descobrimos que as vacas comem aproximadamente 30kg de silagem e 5kg de erva e outros compostos por dia. Cada vaca produz, em média, 30 litros de leite por dia. Os bovinos também nos dão outros produtos como pele (couro) e carne. No meio do pavilhão havia uma sala de ordenha. Este lugar é onde se extrai o leite às vacas com o auxílio de máquinas complicadas de usar. Aquele espaço tem dois corredores divididos em 20 lugares para as vacas, que permitia ordenhar 40 vacas de cada vez. A senhora Filomena explicou que primeiro tinham de desinfetar as tetas das vacas e só depois é que se extraia o leite.

Nós fizemos uma entrevista ao senhor Joaquim que respondeu atenciosamente às nossas perguntas.

No final tivemos a oportunidade de subir e entrar num trator monstruoso e recebemos, cada um,  uma caneta de oferta. Antes de voltar para o autocarro tiramos uma fotografia para recordar este dia.
Nós gostamos muito desta visita porque aprendemos mais sobre a pecuária e curiosidades sobre o gado bovino.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Visita ao Museu Automóvel e Escola de Educação Rodoviária

No dia 29 de setembro de 2017, algumas turmas do agrupamento de escolas de Gondifelos deslocaram-se ao Lago Discount, em Ribeirão, para participar na Semana Europeia da Mobilidade.

Esta atividade, promovida pela Câmara de Vila Nova de Famalicão, consistiu numa visita guiada ao Museu do Automóvel e à Escola de Educação Rodoviária. No Museu do Automóvel vimos muitos carros antigos de diferentes marcas, algumas motas e bicicletas antigas também. Os carros que mais nos fascinaram foram o Lamborghini Diabo, o Ferrari e o Vinci.

De seguida passamos para uma sala da Escola de Educação Rodoviária e ouvimos uma explicação sobre algumas regras e sinais de trânsito. A guia dividiu-nos em grupos e passamos à aula prática: uns andavam de carro e outros a pé, na qualidade de peões, com muito cuidado respeitando sempre as regras e os sinais de trânsito.

E como o que é bom acaba depressa, terminamos assim a nossa interessante e divertida visita de estudo ao Museu do Automóvel e à Escola de Educação Rodoviária.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

As atividades produtivas nacionais

As atividades produtivas nacionais são uma parte muito importante do setor primário da economia de Portugal. São responsáveis pela extração das matérias-primas e estão em contacto com a natureza. Em Portugal as principais atividades são: a agricultura, a pecuária, a pesca e a silvicultura.

Os alunos do 4º ano da escola de Outiz dividiram-se em quatro grupos e estiveram a estudar as atividades produtivas nacionais. Da sua investigação resultou este vídeo.
Vejam e aprendam um pouco mais sobre o nosso país.



domingo, 12 de março de 2017

Visita de um contador de histórias

Na quinta-feira, 9 de março, os alunos do primeiro ciclo receberam nas suas escolas um contador de histórias.
O contador Rui Ramos veio ao agrupamento de escolas de Gondifelos para contar a sua versão da história "O Doutor Grilo". Esta atividade foi uma das selecionadas pela biblioteca escolar para a Semana da Leitura.
Ao longo de 50 minutos os alunos das 3 escolas do primeiro ciclo puderam deliciar-se com a história de Carlos Granja, rir com os sons estranhos e cantar com as melodias que o contador de histórias Rui Ramos trouxe.
No final da história alguns alunos tiveram a oportunidade de receber livros autografados pelo contador de histórias e de lhe fazer meia dúzia de perguntas.
Vejam como foi:

domingo, 10 de julho de 2016

...na praia do Tarrafal

Partindo de uma proposta do manual de Português um grupo de alunos do 4º ano da escola de Outiz criou uma aventura vivida por um grupo de amigos na praia do Tarrafal. Este é o texto dele que a aluna Bruna Carvalho transcreveu:

Quando os cinco amigos chegaram à praia viram um lindo areal. 
Viram que a areia era branca, tinha  coqueiros e formava uma baía lindíssima mas nada perigosa.  
Tiraram a roupa e ficaram em biquini e calções. Foram a correr até à água e logo perceberam que a água era mesmo quentinha. As gémeas foram dar um mergulho no mar quando os 3 amigos se aperceberam que elas se estavam a afastar da costa. A partir de  uma certa altura não as viram, ficaram muito preocupados e puseram-se a nadar em direção ao sítio onde as gémeas se perderam de vista. 
Elas tinham sido levadas e enfeitiçadas  pelo guarda do rei Caranguejo-Espada.  O rei Caranguejo- Espada  prendeu-as  na sua masmorra para  que elas se sintam bem até  se tornarem  novas criadas  do rei. Elas ficaram assustadas e ainda mais quando ouviram o anúncio dos polvos-guardas. Quando  chegaram  à sala principal  estava a começar  a reunião. As gémeas viram todos os criados do rei que eram: três  tartarugas verdes, três anémonas, três peixes-palhaço, três baleias-unicórnio e três enguias  elétricas.  
Enquanto  tudo isso aconteceu os 3 amigos encontraram uma baleia amiga deles.  Essa baleia  ajudou-os porque eles também a tinham ajudado. Enquanto a baleia distraiu os guardas pela porta da frente; o João, o Chico e o Pedro encontram pela porta das traseiras e foram buscar as gémeas. Tiveram que passar por  algas venenosas, por escorpiões e por ouriços  do mar, mas  não morreram. 
Entraram dentro do castelo por  túneis que iam dar à sala principal. Atacaram o rei Caranguejo-Espada e ele morreu porque o João, o Chico e o Pedro deram-lhe uma tareia. 
Apanharam as gémeas e foram para a beira das baleias armadas. Agradeceram-lhes e levaram-nas  até  à tona. 
Depois desta aventura foram realizar as suas férias de Tarrafal. 

domingo, 20 de março de 2016

ensino português na China

Recentemente os alunos da escola de Outiz colaboraram com um docente português na Universidade de Estudos Internacionais de Zhejiang (China) na apresentação de um vídeo que mostrasse o dia-a-dia de uma escola do ensino básico em Portugal.

Ao longo de uma semana os alunos escreveram o guião, gravaram as imagens e fizeram a narração do vídeo. Como o vídeo era para ser visionado na China, também foram criadas legendas em Inglês e Mandarim para que todos compreendessem o que os alunos diziam.

Na semana seguinte o vídeo foi apresentado do outro lado do mundo e parece-nos que foi um sucesso.

Fiquem com a versão legendada em mandarim e algumas imagens da apresentação.




sexta-feira, 11 de março de 2016

Homófonas

Homófonas – Gémeas Falsas

Num belo dia, na escola, as crianças contentes brincavam no recreio. Após a sineta tocar, a professora chamou:
- Meninos, é hora de entrar!
- Que chatice, preferia brincar mais um pouco… - resmungou a Clara guardando a sua boneca.
- Clara, há hora para tudo!!! Cumpre as ordens! Ora brincas, ora estudas …
- Professora, quer que eu reze?!? Orar?!?
- Nada disso! Hora de entrar, está no teu horário e, por isso, escreve-se com “h”. Ora, sem “h”, pode ser, realmente, orar de oração ou uma conjunção. – elucida prontamente a professora.
 As crianças entraram e… As homófonas saltaram da gramática de uma menina! Pareciam dançar animadamente aos pares, em cima das mesas dos alunos. Esta gramática era especial! Era uma gramática que parecia ter magia!... Palavras com vida!...
- Uau!... Nunca vi isto!!!!! Um livro tão enfadonho, que interessante se tornou! - disseram algumas crianças.
A professora Maria da Paz aproveitou a presença das homófonas bailarinas para rever e distinguir palavras tão parecidas! Pareciam “gémeas” mas… “falsas”!!!
No quadro estava escrita uma frase, mas não tinha grande sentido… Faltava qualquer coisa…
- Faltará um acento?! – interrogou a professora.
- Qual?!? Eu ou ele?! Estamos aqui! – questionaram, em coro, o Acento e o Assento.
- Eu quero saber qual o acento para a palavra “pás” de usar na terra, para fazer buracos e plantar pimentos... – esclareceu Paz, a professora.
O Francisco, distraído, perguntou:
- Professora não tem assento, para se sentar?.. A sua cadeira?
- És sempre o mesmo rapaz… Sem atenção! Só podias ser tu!… Não vês que estamos a falar de palavras homófonas?
Alguns alunos mais perspicazes esclareceram logo a diferença entre as duas palavras:
- Professora, já sei! Assento com dois “ss” é de sentar no sofá, na sanita… E acento com “c” é de acentuação das palavras!
- Muito bem meninos! Nota-se que estão atentos!
- E nós não falamos?! – perguntaram, indignadas, as homófonas Era e Hera.
- Nós quem?!? – perguntaram os alunos.
- Até eu já comia uma deliciosa noz!… - exclamou a Clara.
- Aprende: “noz” com “z” é de comer, lembra-te de cozinha… Com “s” somos nós todos, primeira pessoa do plural dos pronomes pessoais!- elucidaram as “gémeas falsas”.
- Somos a: Hera e Era! … Eu com “h”, Hera, sou uma planta trepadeira, …
- E eu, sem “h” posso ser usada em: “Era uma vez…” o início de uma bela história!
Os alunos não cabiam em si de contentes e sussurravam, para não as assustarem: 
- Uauuu!!! Palavras falantes! Fico a perceber isto muito melhor!
- Se continuarem a portar-se bem, levo-vos ao concerto do Quim Barretes! – prometeu a professora.
- Ao quê? Oh professora… Mas afinal o Quim Barretes canta ou faz consertos?!? Ainda ontem o meu pai levou os meus sapatos de sapateado ao sapateiro.
- Mas que confusão rapaz! Presta atenção ao que te digo! Esse conserto de que falas é com “s” de saia, sapato, sapateiro! O concerto do Quim Barretes tem músicos com concertinas, cavaquinhos, clarinetes, castanholas, acordeão e, por isso, se escreve sempre com “c”! – esclareceu a professora Maria da Paz.
No sábado seguinte, a professora, como prometido, levou os seus alunos ao concerto do Quim Barretes. Que animação!
Logo à chegada deu-lhes um conselho:
- Quero tudo em grupo para não se perderem! Devem estar sempre juntos… Lembrem-se que, neste concerto, está o concelho de Famalicão em peso!
As palavras homófonas que tanto gostavam de dançar, não faltaram à festa e, escondidas, no bolso, de um dos alunos esclareceram:
- Conselho com “s” vem de alguém com sabedoria, que tem palavras sábias… Mas que grandes sabichões são estas crianças! Já concelho com “c” é uma cidade aonde estão associadas várias freguesias.
Todos se estavam a divertir muito!!! Um verdadeiro espetáculo! Até que alguém se apercebeu que estava um homem nu, a dançar no meio da multidão.
- Professora, professora!.. Ele está nu…nu… nu… - gaguejou um aluno.
- Eu sei, no meio da multidão!
- Não, professora, está nu, nu,… de nudez!
A professora, admirada, olhou, e alertou para as cenas que algumas pessoas fazem quando exageram nas bebidas alcoólicas.
Entretanto, todas as atenções se voltaram novamente para o palco, quando do acordeão apenas se ouvia um grande ruído… não havia boa sonoridade!
O Quim Barretes, descontraído como é, mandou parar o concerto e foi averiguar o que se passava. Verificou que um pequeno rato, saltou do acordeão.
- Mas… o que é isto? Que estás aqui a fazer?... Não é um concerto para roedores! AH!...  Deixou o acordeão roído!!!
Sem demora, pediu ao seu assistente:
- Zé, anda cá Zé,…procura alguém que saiba coser o instrumento musical! Amanhã temos outro concerto! Graças a Deus estás aqui para resolver isto.
- Mas… Quim, estava só a acabar de comer o meu “cozido à portuguesa”, cá da região minhota! A cozinheira teve tanto cuidado para o cozer! Hás de ver a cozinha dela… é fantástica! Mas, está bem, vou lá. Até logo, adeus.
O Quim Barretes remediou a situação:
- Sem acordeão, será complicado… Mas com cem de vós a ajudar, a festa vai melhorar! – o músico pediu colaboração da plateia.
E assim o concerto teve continuidade, com todo o público a bater palmas com bom ritmo musical, acabando com um glorioso fogo-de-artifício…
No final, a professora e os seus alunos iam para o autocarro. A confusão era muita!!! A professora preocupada alertou os seus alunos:
- Não se afastem! Respeitem as regras de prevenção rodoviária! Apenas podemos estar nos locais destinados aos peões!
- Piões?!? – interrogou intrigado o Paulo. - Não trouxe o meu pião…
- Não faças confusão! Tens de nos saber distinguir! Pião com “i” tem um pico em baixo para rodopiar. Peão com “e” é de pessoas nas ruas e passeios. – esclareceu rapidamente este par de homófonas.
Para estes alunos as homófonas deixaram de ser uma confusão. Mas há mais, muitas mais!!!!
- Queres ser tu a continuar esta linda história?!? - perguntaram as outras homófonas.


Turma 4G
Professora Lúcia Meira e Carina Silveira

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

A Dinastia Afonsina

Os alunos do 4º ano da EB1 de Outiz estão a estudar a história de Portugal e fizeram estas pequenas biografias dos reis da primeira dinastia para partilhar com os colegas no Boletim do Agrupamento.
Vejam como ficaram:

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Workshop de Escrita Criativa

Tal como já referimos anteriormente, os alunos do nosso agrupamento estão este ano envolvidos num projeto que une o nosso agrupamento com a empresa de distribuição de energia elétrica CEVE.

Neste projeto os alunos do primeiro ciclo (em especial os do 3º e 4º ano) e os alunos do segundo ciclo irão criar um livro infantil sobre a temática da poupança de energia.

Para ajudar, o escritor Pedro Chagas tem andado pelas escolas a dar dicas de como escrever e representar as personagens e a história. Assim o trabalho é mais fácil e certamente fica melhor. Estes workshops são muito divertidos e animados e deles têm saído verdadeiras obras de arte literária que muito tem dificultado o trabalho àqueles que terão de escolher as melhores histórias. 

Vejam alguns momentos da passagem pela escola de Outiz do escritor Pedro Chagas e dos trabalhos que estão a ser desenvolvidos no "workshop" de escrita criativa.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

A bruxa Trabília

Era uma vez uma bruxa muito atrapalhada. Ela chamava-se Trabília.

A bruxa Trabília era má e atrapalhada. Tinha um rosto feio, com verrugas, um nariz empinado e o cabelo era curto e preto. As suas roupas eram escuras e rotas e o chapéu pontiagudo tinha uma aranha grande e preta na ponta.

Certo dia, a bruxa Trabília pegou nos seus instrumentos mágicos, na sua vassoura e no seu animal de estimação que era um gato preto, e foi passar umas férias num bosque escondido e escuro, afastado da vila onde vivia.

Como não tinha casa nesse bosque, a bruxa Trabília decidiu pegar no seu caldeirão e fazer um feitiço para criar uma casa que ela pudesse transportar de um lado para o outro.

Então, depois de ter consultado o seu livro antigo de feitiços, disse ao seu gato para ir ao lago e trazer um sapo verde e gordo. Depois, pegou na poção do chapéu fumegante, no sapo verde e gordo, num fio do seu cabelo e juntou tudo no caldeirão. No livro de feitiços dizia para se mexer a mistura com os pelos de vassoura.

Mas, como ela era muito atrapalhada, mexeu o caldeirão com o pau da vassoura e fez o feitiço de desaparecimento e desapareceu para sempre.


Texto de Tatiana Pereira, 4º ano EB1 de Cavalões

terça-feira, 10 de novembro de 2015

A bruxa misteriosa

Era uma vez uma bruxa misteriosa que se chamava Fredegunda.

Fredegunda era igual a tantas outras bruxas: tinha o cabelo como a palha, só tinha um dente e uma enorme verruga na ponta do nariz pontiagudo. Porém, era uma bruxa trapalhona mas muito simpática e misteriosa.

Vivia numa gruta com três animais de estimação: o gato Renato que gostava de um sapato, o rato que queria comer um pato e o sapo que adorava o Renato. Na sua gruta, ela guardava as suas vassouras, os seus livros de magia, a lareira e o caldeirão onde fazia magia em cima de uma grande mesa de ferro.

Ela tinha duas irmãs: a Ariana e a Fredagulha que eram iguaizinhas a si, só que os feitiços delas resultavam sempre mas os seus não. Todos os dias tentava mas em vão… falhava sempre.

Certo dia, quando a Fredegunda estava a vestir o seu chapéu que tinha um cinto dourado, o seu vestido roxo e os seus sapatos verdes de tacão, o gato Renato que gostava do sapato assustou-se com um fantasma que passou pela gruta, deu um salto e o seu rabo caiu mesmo em cima de um cato. Ouch! ai!
Fredegunda pensou que isto era um aviso de que algo mau iria acontecer e mais uma vez tentou fazer um feitiço, usando as palavras mágicas que lera no seu livro de feitiços: ABRACADONGE, que esta gruta voe para bem longe! Mas nada aconteceu…tudo ficou no mesmo lugar. Depois de muitaaaaaaaaaaas tentativas, quando já estava a desistir, o gato Renato que gostava de um sapato, o rato que queria comer um pato e o sapo que adorava o Renato deram as patinhas à Fredegunda e em coro gritaram: ABRACADONGE, que esta gruta voe para bem longe!

Brrr boom! A gruta levantou voo e, num instante, os quatro estavam a voar no céu azul, sem nuvens. Todos adoraram a viagem e nunca mais quiseram aterrar.

Desde esse dia, Fredegunda passou a chamar à sua gruta “A Gruta Voadora da bruxa Fredegunda” e nunca mais sentiu medo em fazer feitiços.

Texto escrito por Beatriz Aguiar, 4.º ano 34CAV


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Poesia na escola - O Avião

Os alunos do quarto ano da escola de Outiz estiveram nas últimas semanas a preparar uma poesia para partilhar com os colegas.

Eles encontraram o poema "O Avião" de António Couto Viana no manual de Português e memorizaram as quadras. Também ilustraram a sua quadra e no fim foi só juntar o trabalho de todos para elaborar este vídeo.

Vejam como ficou e comentem.

sábado, 16 de maio de 2015

Entrevista a D. Ximenes Belo

Os alunos do 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas de Gondifelos tiveram o privilégio de falar com o Prémio Nobel da Paz D. Carlos Ximenes Belo.

Ao longo de uma tarde ele foi recebido pelos alunos, professores e individualidades da nossa comunidade Educativa. As câmaras da ÍcaroTV seguiram-no para todo o lado e em breve poderão ver a recordação deste dia tão especial.
D. Ximenes Belo falou com pais, professores e em especial com os alunos do agrupamento. Primeiro encontrou-se com os alunos do 1º Ciclo, depois conversou com os alunos mais velhos, do 2º e 3º ciclo. Também teve tempo de ficar a conhecer um pouco da escola sede e, apesar de ter a sua agenda cheia, ainda teve tempo para ser entrevistado pelos nossos alunos.

Com muita amabilidade respondeu às nossas questões (idealizadas pelos alunos na sala de aulas ao longo dos dias anteriores) colocadas pelos nossos repórteres. Ficamos a saber muito mais sobre a sua vida e obra, sobre o que pensa acerca da paz e como vê as família de hoje.

Vejam a entrevista:

sábado, 28 de março de 2015

Famílias Leitoras

Educação Especial dramatiza uma história

Mais uma vez a mãe de uma aluna veio à turma ler uma história para as crianças, no âmbito do projeto  ”Famílias Leitoras- um conto para ti”.

Mas desta vez foi diferente e interessante.
Foi no dia 11 de março que a professora Glória Cabreiro, mãe da Diana Araújo, veio à nossa escola e se fez acompanhar por colegas e alunos da Educação Especial, do Agrupamento de Escolas C. C. Branco. 

Cuidadosamente trouxeram interessantes adereços e cenários que com desinibição e grande expressividade foram usados pelos oito atores (alunos da Educação Especial) para representar  “A Princesa Beija-Flor “, ao mesmo tempo que a história era lida pela mãe da Diana.
Trata-se de uma história inédita criada pela equipa da Educação especial e ilustrada pelos alunos/atores.

Todos os que assistiram a esta brilhante atuação na biblioteca:  alunos desta turma de 3º ano, alunos do 4º ano, alunos da Educação Especial do nosso agrupamento,  professores e assistentes operacionais,  ficaram encantados com a desenvoltura revelada por estes atores.
Finalmente, cada um deles foi presenteado com uma pequena poesia de agradecimento por tão importante momento que nos ofereceu.

domingo, 22 de março de 2015

Visita à Casa-Museu Camilo Castelo Branco

No dia 27 de fevereiro (sexta-feira), eu e a minha turma fomos visitar a casa de Camilo Castelo Branco. 
Lá, nós vimos muitas coisas. À entrada, nós vimos uma namoradeira que era onde os rapazes e as raparigas conversavam e a acácia do Jorge, que era onde ele tocava flauta. 
Quando chegámos à casa de Camilo, uma senhora mostrou-nos toda a casa onde ele viveu. Aprendemos que ele casou com uma mulher chamada Joaquina, que ele teve uma filha com ela, e quando tinha 19 anos, apaixonou-se por Ana Plácido, de quem teve dois filhos: Jorge e Nuno. Como Ana Plácido era casada com Manuel Pinheiro Alves, Camilo e Ana foram presos porque cometeram o crime do adultério. Na prisão, Camilo Castelo Branco escreveu um dos seus maiores romances: «Amor de perdição». Quando Manuel Pinheiro Alves morreu, os dois saíram da prisão. 
Na casa de Camilo, nós vimos muitas salas e a nossa guia mostrou-nos objetos que faziam parte do mobiliário daquela altura e aprendemos que Camilo jogava bilhar e às cartas com os amigos. Ele tinha um amigo que era cego e quando ele ia visitar Camilo, ele rasgava papeizinhos. Também vimos o quarto onde Camilo e Ana Plácido dormiam e descobrimos que eles dormiam separados por causa de Camilo escrever de noite sem incomodar a sua esposa e vimos lá um sanitário que era onde se fazia necessidades naquele tempo. 
Depois de irmos à cozinha fomos a um museu que tinha coisas de Camilo Castelo Branco que nós podíamos comprar. 
Passaram os anos e Camilo ficou cego. Foi lá um doutor que disse para ele ir para o Gerês. Camilo Castelo Branco pediu a Ana Plácido para acompanhar o doutor à porta e nesse espaço de tempo, Camilo suicidou-se com uma pistola. 
No museu, nós fizemos algumas perguntas à nossa guia e fomos embora para o autocarro muito mais curiosos por conhecer mais coisas sobre os nossos antepassados. 
Foi uma visita muito interessante porque aprendemos coisas novas.
Gonçalo Miranda, 4º ano, EB1 de Outiz